sexta-feira, 12 de maio de 2017

Os dias passam a correr. 
Os miúdos acordam as 6h30 (não me perguntem porquê mas já o Diogo acordava por volta dessa hora e a irmã é igual). Brincamos na cama, vamos tomar o pequeno almoço. Depois visto-os. O Diogo sai com o pai e eu fico com a Carolina até as 9h. Arrumo o que posso ou consigo e levo-a à avó. 
Saio para o trânsito tantas vezes infernal. Chego cedo ao trabalho e aproveito para fazer compras para a casa ou tomar um café. Saio ás 18h00, vou buscar a Carolina e é uma corridinha entre preparar jantar, dar de mamar, brincar, dar banhos, comer, ler histórias... e num piscar de olhos estamos todos na cama novamente. 

Quando me deito e fecho os olhos sinto um peso enorme a sair-me do corpo e afundo-me no colchão. Ás vezes é complicado levantar-me novamente e tratar das roupas sujas, das lavadas para vestirem no dia seguinte, dos lanches, das sopas e frutas... mas lá me levanto e trato de tudo. As mulheres têm uma capacidade de organização fora do normal. Somos capazes de estar a fazer duas e três coisas ao mesmo tempo e a pensar que temos que comprar batatas, sacos do lixo e bananas. Somos um bichinho interessante.



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